“O meu peito ardia. Era uma sensação horrível, a sua falta ardia, tem noção? O meu coração gritava o seu nome, e eu o mandava calar a boca.”
Os pensamentos de Jazzy.   (via imunidades)

“Ele põe cores nas minhas matizes cinzas. Ele tem uma facilidade natural de me arrancar sorrisos inesperados, como se as horas passassem devagar. Eu que estava andando sem direção encontrei a felicidade vindo ao meu encontro de braços abertos. Você veio no momento que eu mais precisava e transformou as minhas cicatrizes em motivos para acreditar que o amor pode curar até mesmo aqueles cortes mais profundos. Você mudou a minha vida em todos os sentidos.Trouxe brilho ao meu olhar, agora eu posso dizer que tenho motivos suficientes para sonhar.”
Aquarelismo.  (via se-eu-sumir)

Eu sinto ciume quando alguém te abraça, por que por um segundo essa pessoa está segurando o meu mundo inteiro.


Te amar não foi o suficiente para lhe fazer ficar.


“A gente finge que arruma o guarda-roupa, arruma o quarto, arruma a bagunça. Tira aquele tanto de coisa que não serve, porque ocupar espaço com coisas velhas não dá. As coisas novas querem entrar, tanta coisa bonita nas lojas por aí. Mas a gente nunca tira tudo. Sempre as esconde aqui, esconde ali, finge para si mesmo que ainda serve. A gente sabe. Que tá curta, pequeno, apertado. É que a gente queria tanto. Tanto. Acredito que arrumar a bagunça da vida é como arrumar a bagunça do quarto. Tirar tudo, rever roupas e sapatos, experimentar e ver o que ainda serve, jogar fora algumas coisas, outras separar para doação. Isso pode servir melhor para outra pessoa. Hora de deixar ir. Alguém precisa mais do que você. Se livrar. Deixar pra trás. Algumas coisas não servem mais. Você sabe. Chega. Porque guardar roupa velha dentro da gaveta é como ocupar o coração com alguém que não lhe serve. Perca de espaço, tempo, paciência e sentimento. Tem tanta gente interessante por aí querendo entrar. Deixa. Deixa entrar: na vida, no coração, na cabeça.”
Caio Fernando Abreu. (via apagou)

“Porque eu sempre vou ser complicado, e sempre vou gostar de complicação, talvez por isso me apaixonei por você, por ser algo que parece impossível.”
— Dissertador. (via doistonsdeamor)

“Vocês sabem, quando se passa muitas horas, muitos anos fingindo ser uma pessoa que não se é, bem, isso pode nos causar alguma coisa. Já é duro bastante tentar ser a gente mesmo. Pensem em tentar muito ser alguém que não se é. E depois ser outra pessoa que tampouco se é. E depois outra. A princípio, vocês sabem, pode ser emocionante. Mas depois de algum tempo, depois de a gente ser doze outras pessoas, talvez seja difícil lembrar quem é mesmo, especialmente se a gente teve de compor as próprias falas.”
Charles Bukowski.   (via apagou)

“As vezes você precisa tomar um chá de realidade. Machuca, mas logo passa.”
Coldles. (via doistonsdeamor)

“Já se sentiu estranho, gritando sem ninguém pra escutar? Como se o mundo inteiro fosse te julgar? Já se sentiu pequeno, sem forças pra lutar, fingir? Abra a porta se ela não se abrir. Não deixe ninguém insistir que você não sabe e pode conseguir, não desista de nunca desistir.”
Rosa de Saron.  (via reatou-se)

verbo-to-be:

It’s like when Windows does this, but in real life.

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“A pior morte é aquela que você morre por dentro e tem que fingir que está vivo.”
Mariângela G.     (via reatou-se)



Tirar uma soneca é sempre tão arriscado. Quando eu vou acordar? Em 30 minutos? Em 2 horas? Em 7 anos?? Ninguém pode ter certeza.


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